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Metodologia DGR avaliada entre hospitais e médicos

A metodologia DRG (Diagnosis Related Group), também conhecida como Sistema de Grupo de Diagnósticos Relacionados e que vem ganhando corpo no Brasil, foi motivo de reunião no CRM-PR na manhã da última terça-feira (15). O encontro foi solicitado pela Federação (Fehospar) e Associação dos Hospitais do Paraná (Ahopar), que estiveram representadas pela diretora Marcia Rangel de Abreu, que também integra o grupo de trabalho da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que discute modelos de remuneração na assistência supletiva.

Recepcionaram a representante do segmento prestador de serviços hospitalares os conselheiros Wilmar Mendonça Guimarães, presidente do CRM-PR: Luiz Ernesto Pujol, secretário-geral; Hélcio Bertolozzi Soares, gestor do Departamento de Inscrição e Qualificação Profissional (DEIQP); e Viviana de Mello Guzzo Lemke, coordenadora da Câmara Técnica de Cardiologia do Conselho e também presidente da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista.

Marcia Rangel (esq.) falou sobre DRG e novos modelos de remuneração na saúde suplementar. (Foto: CRM-PR)

De acordo com explicações da dirigente hospitalar Marcia Rangel de Abreu, que atua na ANS enquanto representante da Confederação Nacional de Saúde (CNS), o uso da ferramenta DRG sobre modelo de remuneração propõe aumentar a qualidade e a segurança assistencial, controlando o desperdício, o que inclui reduzir internações potencialmente evitáveis e readmissões hospitalares, além de elevar a produtividade do custo fixo e variável hospitalar. Vice-presidente da Ahopar, Marcia Rangel fez questão de destacar que este é um dos mecanismos de gestão clínica à disposição e que vem sendo avaliado pelas operadoras e prestadores de serviços.

O DRG funciona na compra de serviços, gerenciamento de custos e da qualidade assistencial-hospitalar. Como analisado pelo conselheiro Luiz Ernesto Pujol, utiliza-se de um software no qual algoritmos levam a uma otimização na sustentabilidade econômica do sistema de saúde, aperfeiçoa os recursos terapêuticos, aprimora a qualidade da assistência, reduz erros e efeitos adversos, diminui o tempo de internações, melhora os aspectos da alta hospitalar e não interfere na autonomia dos médicos, proporcionando-lhes acréscimos nos honorários.

Embora seja uma nova forma de governança da assistência à saúde e, indiretamente, influenciando de forma positiva na qualidade e na remuneração dos médicos, o Conselho Regional de Medicina do Paraná entende que o Sistema de Grupo de Diagnósticos Relacionados (DRG) requer discussão mais aprofundada pelos médicos em geral. Com este entendimento, o CRM-PR incluirá esse tema brevemente em seu Programa de Educação Médica Continuada, propiciando o necessário debate e esclarecimentos à classe médica.

Fonte: CRM e Fehospar

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