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Acompanhamento ginecológico deve começar antes da primeira menstruação

A fase de transição entre infância e adolescência é um momento muito delicado e de grandes mudanças, principalmente para as mulheres. Menstruação, cólicas, alterações hormonais e a temida Tensão Pré-menstrual (TPM) entram na vida das meninas entre 12 e 18 anos, mas muitas não estão preparadas para essa nova etapa. Por isso, é tão importante o acompanhamento ginecológico, antes mesmo da primeira menstruação.

 

Muitas vezes, existe um descompasso entre o fim da atuação do pediatra e o início das consultas com o ginecologista, o que pode causar perda do histórico de saúde das pacientes. “As crianças fazem o acompanhamento até os 6 anos. Por volta dos 8 e 9 anos que começa o desenvolvimento puberal, com o crescimento das mamas e pelos, e o início da ativação dos hormônios, podendo ocorrer também a menstruação precoce”, revela a ginecologista do novo Centro de Especialidades em Saúde da Mulher do Hospital Santa Cruz, Dra. Eloisa Scheffer Silvado. 

 

Esse acompanhamento é indicado independente da criança ou da adolescente ter um problema de saúde ou anormalidade. “Estimulamos essa atenção constante para que seja possível uma orientação sobre saúde, sexualidade e fisiologia feminina. Uma preparação para a menstruação, por exemplo, ajuda a trazer consciência e autoconhecimento, tornando o processo mais natural para as meninas”, reforça a médica.

 

Prevenção e diagnósticos precoces

 

Por meio do conhecimento é possível prevenir a gravidez na adolescência, ou minimizar os efeitos psicológicos nas mães, caso ela ocorra. “Buscamos conscientizar as pacientes com relação às doenças sexualmente transmissíveis, menstruações irregulares e em grande volume, desenvolvimento feminino, cólicas menstruais, ciclo menstrual e a repercussão social dessa nova fase de suas vidas”, acrescenta Dra. Eloisa. O acompanhamento antecipado também pode ajudar a identificar de forma mais precoce doenças que aparecem na transição, por volta dos 20 anos, como alterações ovarianas ou uterinas.

 

“Com o atendimento ambulatorial com foco na mulher, conseguimos oferecer comodidade, segurança assistencial e agilidade para a paciente em todas as fases de sua vida. O serviço funciona de forma multidisciplinar, com especialidades desde o generalista até o superespecializado, facilitando a solução integral do problema da paciente, e tem à disposição uma estrutura completa com pronto-socorro, laboratório, serviços de imagem e centro cirúrgico”, explica o coordenador do Centro de Especialidades em Saúde da Mulher do Hospital Santa Cruz, Dr. André de Paula Branco.

 

Veja algumas vantagens do acompanhamento ginecológico na adolescência:

 

  • Enfrentamento da fase de transição corporal e psíquica, entre infância e adolescência, de forma mais positiva e natural;
  • Compreensão do funcionamento do corpo feminino;
  • Orientação e prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, bem como violência sexual e gestação na adolescência;
  • Sangramento uterino aumentado (que na maioria das vezes está relacionado a imaturidade do eixo hipotálamo-hipófise-ovariano, que nada mais é do que uma imaturidade da "conversa" entre o sistema nervoso central e o ovário);
  • SPM ou TPM (Síndrome ou Tensão Pré-menstrual) que pode ser amenizada. E que deve ser sempre diferenciada de outras doenças como depressão, ansiedade, pânico, diabetes, distúrbios da tireoide (hipo ou hipertireoidismo), enxaqueca, abuso de drogas, entre outros.

Fonte: Hospital Santa Cruz

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