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ANS diz que suspender eletivas não é a melhor forma de liberar leitos para Covid

Em reunião extraordinária realizada nesta quinta-feira (25/3), a Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) avaliou que suspender cirurgias eletivas desconsiderando fatores como as condições operacionais de cada localidade e as necessidades de cada beneficiário de plano de saúde não é a melhor medida para liberar leitos para pacientes com Covid-19, reforçando que a avaliação da necessidade destes procedimentos cabe ao médico.

A entidade considerou que cabe sempre aos profissionais de saúde “a avaliação criteriosa quanto à possibilidade de adiamento de um procedimento ambulatorial ou de uma cirurgia. E cabe às operadoras, prestadores e população em geral a devida obediência aos atos editados por parte das autoridades sanitárias.”

Entidades que representam operadoras de planos de saúde (Abramge, FenaSaúde e Unidas) solicitaram à ANS prazos maiores para o atendimento de cirurgias eletivas, alegando a necessidade de priorizar pacientes com Covid. 

A diretoria do órgão regulador recomendou, através de Nota Técnica, que as operadoras priorizem a assistência aos casos graves da Covid-19 de seus beneficiários e que os procedimentos eletivos sejam criteriosamente avaliados pelos profissionais de saúde quanto a sua indicação e execução. 

Recomendou também que sejam observados procedimentos rígidos na prevenção da contaminação dos profissionais e pacientes sem prejudicar o atendimento aos demais consumidores, sobretudo àqueles que não podem ter seus tratamentos adiados ou interrompidos.

Leia a íntegra da Nota Técnica Conjunta nº 1/2021/DIPRO/DIFIS/DIDES.

Fonte: ANS

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